quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Performance de programas

Vou relatar aqui uma experiência minha desenvolvendo softwares...

Nunca imaginei diferença tão gritante de performance...

Desenvolvendo em C#.Net, eu precisava validar uma string como número. Mas em C#, não conheço uma função como a isNumeric, do java....
Então, o que eu fiz...
Fiz um método isNumeric(string str). Dentro dela, eu tentava converter a string para um inteiro de 32 bits (Convert.ToInt32(str)). Caso desse certo, meu método retornava verdadeiro (descartando então a conversão para inteiro). E caso ocorresse alguma exceção qualquer, retornava falso. Uma #@$* gambiarra essa... Estava demorando cerca de 10 minutos para executar a leitura e validação de um arquivo texto relativamente grande...

Hoje, cheguei no trabalho, com uma idéia, de testar usando bytes, e os valores binários de cada caractere da string a validar...
Então, fiz uma classe para fazer estes testes (É um programa bobinho, bem específico.) Na classe, defini as variáveis que representarão os números. Deixando tudo com um escopo não local a blocos de repetição para não perder performance alocando e desalocando memória a todo momento.

Então, para cada caractere da string, eu testava seu valor com todos os 10 possíveis, (0 a 9). Se o caractere não se encaixava nestes valores, retornava falso, pois não era um número válido, a string. E no final, se passasse em todos os testes, retornava verdadeiro. Era um número!

Bobinho isso tudo, não é?

Pois então, na execução do programa, demorou menos do que 1 minuto!!!!!!
1 minuto em relação a 10 minutos! Muita diferença!!!!!!!

Este exemplo é só para encorajar todos a "não usarem gambiarras" em seus programas!!!!!!!!!!! ;)

domingo, 25 de novembro de 2007

Meus Poemas Disponíveis!

Isso mesmo!!

Agora estou colocando meus poemas no ar, e coloquei no menu aí do lado os links para os poemas!
Aos poucos vou colocando eles, até colocar todos.

No mais, é isso!

Obrigado aí!
Ao lerem os poemas, e se der, postem um comentário ou entrem em contato falando o que acharam!

Fuiiii

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Da vontade à saudade

Meu primeiro Soneto!!!
Ou, quase um soneto!!!
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Da vontade à saudade

Quanta vontade de sorrir
E então poder correr por aí
Mas é só a saudade enfim
E nada... De nada mais em mim

Do desejo que veio em vão
Que em saudade se transformou
Vontades que nada trouxeram
Apenas sei o que deixaram

Da vontade que nada me deixou
Só a saudade que aqui ficou
Me traz lembranças sem amor

Da criança que não mais sonhou
Do acaso que no fim se criou
Da vontade à saudade, se transformou

Lucas Tadeu Pereira Soares Gomes
Quinta feira, 8 de novembro de 2007

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Poemas a caminho!

É!

Estou trabalhando aqui para colocar todos os meus poemas em formatos compatíveis para serem visualizados na NET!

Aí, colocarei eles aqui no blog!

No mais, abraços a todos que visitam aqui (Será que tem alguém??)!!!!!!

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Like a scream... But a sort of silence...

Você já tentou gritar, com todas as suas forças, mas nada saiu? Nem mesmo um sussuro?
Apenas um tipo de silêncio daqueles que você não gostaria nunca de se deparar?
Já tentou dizer a todos que você não quer mais saber de todos os problemas que chegam até você, e pedem por um milagre, seu, dele, de todos? Chegam, e apenas pedem por algo que nunca irão conseguir, pois não tentam encontrar o milagre que existem dentro de si mesmo?

Já ficou quieto, esperando por um momento em que você pudesse sair correndo... E esse momento nunca chegou? Apenas o silêncio, e a calma, e o barulho da água da chuva que caia continuamente, enquanto você continuava parado, tão quieto e silencioso, esperando por uma oportunidade, que não chegou... E você continuou calado?

Já gritou com todas as suas forças para alguém, mas então percebeu que seu grito sequer chamou a atenção do olhar, e não passou de um mero grito ao acaso, que se perdeu pelo espaço, e não encontrou respostas, quando tentava dar as respostas?

Já gritou, e apenas encontrou silêncio? Seu silêncio... O silêncio de quem sequer percebeu o seu grito? O seu silêncio?

Seu grito já passou por mero silêncio?

Tudo isso está apenas em sua mente... Não perca tempo gritando com quem não quer ouvir...
Ao contrário, escute quem quer gritar... Ele não precisará gritar, e aquilo que se perderia em silêncio, será perfeitamente entendido....

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

ClickArvore - BlogAction Day

Aew povo! Hoje é o dia dos blogs homenagearem o meio ambiente, unidos!

E eu vou falar de um site muito bacana que achei na net, que a gente planta árvores com apenas 3 clicks, e elas são realmente plantadas em áreas de reflorestamento.
Achei muito bacana o site, e a idéia é ótima!!!!
Essa cambada de preguiçosos que mts vezes não conhecem uma muda de árvore, tão menos plantaram ou plantariam uma, de casa, agora podem plantar tranqüilamente, e pra isso é só, 3 minutos do dia, se dedicarem a esse site!

O link é o seguinte!
http://www.clickarvore.com.br/index.php

Li uma vez que para alguém ser uma pessoa completa, deve ter um filho, plantar uma árvore e escrever um livro!

A árvore, já plantei! Muitas!
O livro, já comecei a escrever!
E o filho, um dia chegará!

Enfim, é isso!


Não deixem de visitar:
http://www.clickarvore.com.br/index.php

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

A palavra e a Espada

Nossa... Tantos posts só de "ctrl x, ctrl v" que deve estar um saco neh?
Bem... Hoje vou escrever um pouco...
Um poema que fiz esses dias. Acho que está faltando alguma coisa... E ao mesmo tempo, acho que ele está ótimo assim...
Mas ele me deixa com muita vontade de continuar escrevendo... Então... Escreverei!

O poema... êi-lo:

A palavra e a Espada

Ali estava ela... A espada...
Tão fria e brilhante...
Ali estava ela... A palavra...
Tão simples... E tão mortal...

Com um simples movimento...
Atravessou meu peito...
Com a lâmina tão fria
Que nem se sujou com o sangue.

Com um simples balbuciar
A palavra atravessou meu peito
E o coração que antes batia forte
Parou e não mais continuou...

Palavras são como espadas...
Que atravessam nosso peito...
E sequer se sujam com nosso sangue...
E suas marcas podem nunca desaparecer...